CORECON  7ª REGIÃO - SC

CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA – SC

 

 ALEX AUGUSTO DE ARAÚJO SILVA

 

REGISTRO Nº 3017   

 

ABSOLUTISMO

O NOVO MODELO ECONÔMICO

 

Através de princípios fisiocratas, é evoluída uma visão com exposições de novos objetivos que satisfaçam a realidade nas possibilidades apresentadas, com a intenção de mostrar que é possível mesclar idéias existentes para buscar resultados eficazes, voltando no tempo, na história, sobre os pensadores clássicos para poder criar estas raízes que estão divididas em um conjunto de três bases fundamentais: Filosóficas (X), Teóricas (Y) e Técnicas (Z).

Sobre este princípio apresentado torna-se possível demonstra a junção da equação Y= f (X,Z) em conformidade ao caráter restrito da base que define o novo modelo econômico.  

Determinantes de um modelo:

A)       Delimitar o(s) fenômeno(s) que será estudado;

B)       Localizar as variáveis;

C)       Estabelecer as relações existentes entre as variáveis;

D)       Ter idéia definida da finalidade do modelo;

E)       Estabelecer a existência da divisão no modelo;

F)        Definir uma igualdade entre as grandezas.

De modo geral, a palavra modelo pode ser entendida como a representação simplificada da realidade, estruturada de forma tal que permita compreender o funcionamento total ou parcial desta realidade. A partir deste conjunto, é retirada uma expressão em forma de uma equação matemática envolvendo três variáveis: dependente (Y) ou independente (X) e (Z), definida como sendo a simplificação da existência, que é compreendida na síntese de dois elementos, o tudo e o nada podendo ser representado numericamente como sendo 1 (um) e o 0 (zero) respectivamente.

É bem comum da natureza dos indivíduos a análise do externo para bem comum avaliar o interno, toda via, é de se considerar que mais importante que as definições é o que dá aos seres a condição de distinguí-las. Para este fim foi criada a matemática, onde entre todos as suas operações uma permanece empedrada em todas as equações, capacitando-se como um elemento nobre, o divisor, aquele que separa e define as coisas podendo justificar todas as grandezas apresentadas até o momento na existência primordial desta equação:

Fórmula Essencial Y = f (X * Z) - Diz que Y esta em função de X multiplicado por Z

Fórmula Nula Y = f  (X-Z) - Diz que Y esta em função de X subitraido de Z 

Quem disse que o direito natural do homem é nulo disse a verdade.

Se o pai e a mãe da criança morrerem e ela se encontrar, sem outro recurso, abandonada inevitavelmente à sua importância, ela se privará da utilização de seu direito natural, e este se tornará nulo, pois um atributo relativo é nulo quando falta seu correlativo. O uso dos olhos é nulo em lugar inacessível à luz. (QUESNAY, 1984)

 

 

 

Sendo necessário complementar todas estas evidências a um processo genérico da cultura e das tendências ocidentais, para isso, é observada a sociedade como um todo, sem distinção de origem, construída entre um ciclo que fecha e obstrui a liberdade do povo, definindo desenvolvimento humano entre as nações.

            É notado que o considerado desenvolvimento dos indivíduos está inserido na aproximação de cada uma destas grandezas apresentadas na figura abaixo, sendo que uma é imposta ao nascer e a outra é colocada como objetivo das civilizações sem medir o preço das conseqüências que isto poderá causar, esclarecendo que os paises subdesenvolvidos fazem o maior esforço para atingir a primeira das tentações. Podendo observar em uma simples reflexão, de que um indivíduo se priva dos seus direitos naturais em troca de:

O diagrama ocidental consiste em mostra que quanto mais próximo de (0) zero a sociedade se encontrar ela se torna mais centralizada para atender aos interesses do meio em que vive, denominadas de civilizações absolutas (consciência geral de sociedade).

 

 

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Quando pensar que sabe tudo, ainda há de olhar para o passado para poder suplantar o futuro. Envolto nesta compreensão sobre a condição de humildade plena, celebro todos os atributos deixados por verdadeiros heróis que por mais distantes que estejamos deles na junção do passado com o presente eis de admirar e ressuscitar os legados, que suas vontades hoje não mais permitem, mais com toda certeza estes seriam os seus propósitos, deixando-nos apenas um centeio de suas significâncias para permitir dizer que “o passado e o futuro se confundem no presente”.

O projeto consiste em mostrar que a divisão das bases nos permite visualizar novos horizontes para a democracia absoluta. Contribuindo desta forma para o verdadeiro significado do conceito econômico. 

CITAÇÕES RELEVANTES DE PENSADORES CLÁSSICOS

“Evidência, s.f. (metafísica). O termo evidência significa uma certeza tão clara e tão manifesta por si mesmo que o espírito não pode recusá-la.“ (QUESNAY, 1984, p. 42)

                  

É a grande multiplicação das produções de todos os diversos ofícios – multiplicação essa decorrente da divisão do trabalho – que gera, em uma sociedade bem dirigida, aquela riqueza universal que se estende até às camadas mais baixas do povo. Cada trabalhador tem para vender uma grande quantidade do seu próprio trabalho, além daquela de que ele mesmo necessita; e pelo fato de todos os outros trabalhadores estarem exatamente na mesma situação, pode ele trocar grande parte de seus próprios bens por uma grande quantidade, ou – o que é a mesma coisa – pelo preço de grande quantidade de bens desses outros. Fornece-lhes em abundância aquilo de que carecem, e estes, por sua vez, com a mesma abundância, lhe fornecem aquilo de que ele necessita; assim é que em todas as camadas da sociedade se difunde uma abundância geral de bens. (SMITH, 1983, p. 43-46)

Sobre os Impostos:

Existe uma máxima que prevalece entre alguns entendidos: todo novo imposto cria uma nova habilidade no sujeito que arca com ele, e cada aumento dos encargos públicos aumenta proporcionalmente à indústria do povo. Esta máxima é de natureza tal que é muito provável ser mal empregada, e é tanto mais perigosa quanto sua verdade não pode ser completamente negada; mas deve-se reconhecer que, quando mantida dentro de certos limites, tem algum fundamento na razão e na experiência. (DAVID & HUME) 

O que é o direito natural dos homens?

O direito natural dos homens pode ser definido vagamente como o direito que o homem tem as coisas próprias e o seu usufruto.

[...] Quem disse que o direito natural do homem é nulo disse a verdade;

Quem disse que o direito natural do homem é o direito que a natureza ensina a todos os animais disse a verdade;

Quem disse que o direito natural do homem é o direito que sua força e sua inteligência lhe asseguram disse a verdade;

Quem disse que o direito natural se limita ao interesse particular de cada homem disse a verdade;

Quem disse que o direito natural é uma lei geral e soberana que regula o direito de todos os homens disse a verdade;

Quem disse que o direito natural dos homens é o direito ilimitado de todos a tudo disse a verdade;

Quem disse que o direito natural dos homens é um direito limitado por uma convenção tácita ou explícita disse a verdade;

Quem disse que o direito natural não supõe o justo nem o injusto disse a verdade;

Quem disse que o direito natural é um direito justo, decisivo e fundamental disse a verdade. (QUENAY, 1984, p. 149-150)

TEORIA DO MODELO:

Rentabilidade é o excedente que se remunera um indivíduo pelo que faz ou fez, pela capacidade assegurada de sua força e inteligência intrínsecas.

A rentabilidade básica tem que avaliar uma condição desejável de vida para três (3) pessoas no mínimo em alimentação educação e lazer, que pelas suas necessidades fisiológicas corresponde a 80% do montante e o restante, avaliado pelo proprietário para os seus gastos presentes e futuro, centralizando em principio desta forma a modernização social.

Pelas condições inseridas neste novo modelo, permite assegurar que não se deve inflacionar a rentabilidade básica e sim valorizar a criatividade das produções. Isso pode ser visto na demonstração da equação que define o Novo Modelo: 

 

FILOSOFIA + TÉCNICA = TEORIA ECONÔMICA

 

 

FILOSOFIA

 

          Imaginar a economia como um ser vivo, onde os fluxos da vida tenham que circular por todo o corpo e principalmente nos órgãos fundamentais para que haja a possibilidade de existência, como o coração, o sistema respiratório, e o maior de nossos órgãos a pele que dá a nossa aparência o ar de vida. Todos estes órgãos no novo conceito de modelo econômico têm um papel fundamental e central. O poder público como o “coração” só ele pode ressuscitar e dar vida a estes órgãos. Após esta apresentação, vamos entrar no corpo da economia moderna.          Idealize o sistema respiratório como um órgão fundamental para a transformação de plasma em sangue arterial, sendo ele um dos elementos essenciais da economia como nesta fase aos pequenos agricultores. Agora imagine o fluxo da vida começando a circular; o papel do poder público é fundamental; ele irá bombear vida para estes órgãos, ele irá subsidiar “plasma”, adquirir as produções, “sangue arterial”, dos pequenos agricultores e irá vendê-los em um mercado público, mas não um mercado público comum e sim um mercado com pessoas que irão apenas vender com um preço mínimo estabelecido, um mercado moderno com ar de feira livre onde os produtos cuidadosamente selecionados seriam vendidos e essas pessoas receberiam o seu salário como funcionário público e por comissão pela venda dos produtos e os mesmos terão um prazo de venda estipulado de acordo à durabilidade do produto, “após este período supomos que 10% do término do período de duração será retirado o produto e doado as famílias de pessoas carentes que não possuam renda”, mas para que esta doação chegue a estas pessoas teremos que produzir mais do que poderíamos vender e cada vez mais, ai é que entra o papel do poder público, sendo assim, ele irá adquirir o produto na mão dos pequenos produtores cadastrados que irão apenas produzir cada vez mais do que ele produzia, “maior oferta supre maior necessidade”. Inicialmente o poder público subsidiaria (não com a intenção de protecionismo mais sim de desenvolvimento), com o passar do tempo ele apenas administraria os investimentos, pois a própria venda dos produtos suprirá a necessidade de subsidiar e pagar o salário das pessoas que irão fazer com que os produtos cheguem na mão dos consumidores. E quem seriam estas pessoas? Funcionários públicos, “ventrículos”, que preparariam a terra com máquinas, que transportariam o produto cuidadosamente para que haja o mínimo de desperdício possível, aqueles que venderiam (ventrículo direito, que obteriam o plasma para o sistema respiratório, “os produtores”, e forneceriam sangue arterial, “produtos”, para os consumidores) e aqueles que os separariam e doariam para as pessoas carentes (ventrículo esquerdo, que jogaria parte do sangue arterial para outros seguimentos do corpo). Imagine quantos empregos diretos e indiretos geraria. A nova economia tem um aspecto bem diferente, “as pessoas não mais irão trabalhar para adquirir renda e sim, irão adquirir renda para poder trabalhar”, que tipo de subsidio o poder público poderia oferecer: sementes, fertilizantes, produtos naturais de combate e prevenção de pragas agrícolas, Agrônomos, máquinas, produtos intermediários de produção de artesanatos, transportes dos produtos, “as veias circulatórias”, que seriam totalmente oferecidos pelo poder público e no final o insumo será positivo, o não desperdício de matérias e de produtos seria o marketing, “a pele”, o órgão que dará a aparência agradável e satisfatória e que abrange todo o corpo, os músculos seria conseqüência do movimento cada vez maior desta economia, sendo o poder público como órgão central no fornecimento de incentivos, enfim, a nova economia ganharia vida para alimentar novas fontes de existência, “outros órgãos do corpo”.

Realização filosófica é tudo aquilo que está avaliado na inteligência natural do individuo em sua produção:

 

(C) Cultura;

(H) Hábito;

(M) Método.

 

                                                                                                TÉCNICA

Durante uma observação sobre as condições existentes do controle econômico e seus objetivos a alcançar, surgiu um processo que se difere dos métodos existentes de modelos econômicos. Diante das informações existentes se constata não uma retificação ou recuperação do que já existe e sim um novo conceito com objetivos não mais conseqüentes sobre o mercado em relação ao conjunto demográfico e sim específico sobre o equilíbrio da oferta dependente da demanda. Para definir esta formação é fundamental saber o que ela atinge e como atua no sistema econômico.

Com as facilidades e as características inerentes a moeda surge as suas limitações decorrentes do mercado que mede a decrescente valorização da sua existência em relação ao fator tempo, “que se pode comparar a uma velhice”. Diante das compensações e das “plásticas” criadas pelo sistema econômico para tentar diminuir a inércia decorrente da oferta sobre os preços, denominada inflação que controla a existência demográfica nasceu o Absolutismo.

No Absolutismo a demanda faz o mercado, para isso, é necessária a criação de um tributo sobre os preços com a intenção de diminuir o acréscimo de tributos em função da renda, havendo assim, um aumento na produção de bens com valor intrínseco menor. A cobrança de tributo sobre o preço não agregaria valor para o consumidor final, mas sim um equilíbrio do mercado entre os fornecedores e o consumidor

Com o desenvolvimento de uma fórmula sobre a escala logarítmica, onde a distância entre o preço de venda e o valor do tributo sofre um acréscimo, caso aja o repasse do imposto para o preço de venda, tornando-se inviável a prática de preços abusivos sobre os produtos denominada de “fórmula padrão”.

T=P.i.lognp

Onde:

T = Tributo;

P= Preço de venda em unidade monetária;

i = Taxa padrão de 4,61%, retirada do LN 100;

log np= é o que define o (redutor proporcional);

n = é o número de algarismo do preço após a unidade definido pelos múltiplos de 10

A partir desta fórmula se houver uma demanda menor ou maior, o preço no mercado tende a se equilibrar pela condição aplicada do tributo, pela existência crescente da oferta decorrente das necessidades das populações e pela constante valorização proporcional do tributo sobre os preços, onde quanto maior for o preço, a proporção do tributo vai se mantendo em relação ao preço a taxas decrescentes, controlando a faixa de importância sobre os bens e serviços, BASICOS > MÉDIO > ALTO, proporcionando o equilíbrio do poder aquisitivo das classes das populações de maioria menos favorecida em relação à minoria mais favorecida financeiramente.

Realização técnica é tudo aquilo que está avaliado na divisão de forças e no crescimento contínuo de sua produção:

 

(R) Relatórios;

(T) Tecnologias

(O) Organizações.

FILOSOFIA APLICADA A FORMULA PADRÃO

BONSAI EMPRESARIAL

 

            De maneira essencial se considerarmos a existência da nossa evolução estaremos traçando inúmeras possibilidades de definir a nossa origem, denominada de árvore genealógica, o mesmo acontece com a origem dos produtos independentes, onde cada período representa um produto final em processo de evolução, que pela sua simplificação limitada por exigências comerciais é denominado de Bonsai Empresarial, uma pequena árvore que traça a origem da evolução da qual provêm cada produto, com a finalidade de justificar a origem das riqueza.                                                 

TEORIA ECONÔMICA

Com o surgimento dos meios de pagamentos diretos é necessário evidenciar que seu aparecimento decorre da necessidade de superar obstáculos para o desenvolvimento do sistema de trocas, em economias não primitivas, em que a divisão do trabalho e a especialização individual para o exercício de funções produtivas passaram a intensificar o regime social de interdependência sob a condição da remota probabilidade, de se encontrarem parceiros cujos desejos e disponibilidades de obter um novo bem ou serviço fossem duplamente coincidentes. Foi necessária a criação de uma unidade padrão de medida, a qual são convertidos os valores de todos os bens e serviços disponíveis, sendo denominado de moeda. Com a sua eficiência comprovada e o surgimento das facilidades entre as diversas formas, é observado uma característica inerente a função que a moeda desempenha, servindo como instrumento de poder econômico, político e social. Os que os detêm possuem direitos de haver sobre os bens de serviços disponíveis no mercado, tanto maiores e mais amplos, quanto maior for o montante disponível de moeda. Surgindo assim, a preocupação dos líderes em organizar execuções de controle para as sociedades, denominados modelos econômicos. Entre as diversas representações econômicas que surgiram duas possuem destaques relevantes por suas bases voltadas voluntária ou involuntariamente para o controle demográfico sendo eles, o socialismo e o capitalismo, que entre esses ícones possuem informações ortodoxas suficientes para a demonstração de um novo modelo econômico heterodoxo, tendo por definição principal as seguintes bases:

· No socialismo, o mercado é controlado pela capacidade territorial que explica as disponibilidades demográficas definidas pelos líderes do estado. Podendo ser ilustrado como sendo a esfera socialista, onde um número maior domina todos os números menores transformando o Estado em um controlador demográfico. Quando a estrutura do pais depende da ação do estado, ele esta praticando o socialismo.OBS.: O estado é representado nesta figura como sendo o número 10 (dez) e a sociedade é representada como sendo o número 1 (um).

·     No capitalismo, são os recursos disponíveis que medem o mercado, onde o controle demográfico e social depende da oferta de produtos que determinam quanto valerá cada bem e serviço, podendo ser classificada como sendo um socialismo disfarçado, onde uma nação controla todos os outros países dependentes por conseqüências. Quando a estrutura do país depende da ação empresarial, ele esta praticando  o capitalismo:

OBS.: Neste modelo os números negativos são empresas nacionais endividadas e, os números positivos são de multinacionais que controlam o mercado.  

 

 

·              Na nova economia o mercado é controlado pela oferta de produtos e serviços que dependerão da demanda, pela existência dos seus princípios teóricos surgirá novas fontes de existência a partir do equilíbrio e não mais do controle do mercado e das populações, sendo o oposto do socialismo separado pelo capitalismo, denominado “Absolutismo”. Definindo os números de importância como sendo  equilibrados, onde o controlador não será os grandes empresários e nem o Estado, mais sim o trabalho, a convergência do modelo econômico, onde se encontram  todos os números. A partir do momento em que um país prioriza o trabalho, independente da ação do estado ou de empresas, ele esta praticando o Absolutismo. Podendo ser ilustrado como sendo:

OBS.: Neste modelo os trababalhadores é a base da economia, representados pelo número 1 (um), sem eles não existiriam corporações empresariais e nem governo democrático.

“Não considero impossível que, no decorrer do próximo século, uma população duas vezes maior do que a nossa consuma uma quantia de produtos quatro vezes maior do que a que consumimos atualmente.” (SAY,1983, p. 3)

ATUAÇÃO DO NOVO MODELO NA ECONOMIA

Constata-se que a inflação faz o país crescer, mas para poucos e grandes empresários aumentando assim, a desigualdade social pré-definindo o fim do modelo capitalista. O controle da inflação é o crescimento para o povo, podendo ser entendida teoricamente neste exemplo:

Se você comprar um automóvel da marca MERCEDES o tributo cobrado será proporcionalmente menor sobre os preços do que aquele que comprar um carro popular, o que acontece é que o próprio modelo capitalista (B) irá equilibrar o sistema cobrando cada vez mais quanto menor for a regulagem do tributo, nesta visão ele passa a agir em pró do novo modelo ou melhor, estará agindo dentro do absolutismo como um sub - conjunto. Podendo ser ilustrado como a esfera absolutista (A) em pleno funcionamento:

Tudo que tiver preço será tributado dos produtos e serviços primários passando pelo (SMN) sistema monetário nacional e pelos (SVM) sistema de valores mobiliários até o mercado de câmbio, pois tudo que tem um preço se torna um bem sujeito à inflação e a supervalorização“O crescimento da riqueza não é ilimitado; no final do que se chama de estado progressivo, começa o estado estacionário.” (SAY, 1983 apud MILL,1983, p. 3)

 

 

 

 

            “Tudo (e) é um pouco de cada coisa e nada (n) é a onde tudo se encontra ”.

Nesta linguagem, a fórmula essencial (e) é representada pelo tudo, que pelas suas grandezas de combinações é infinita em suas possibilidades, sendo este o princípio a que se sustenta o modelo Socialista e de uma forma mais provida o Capitalismo. Por se tratar de uma evolução material encontra-se um lado positivo que é a adição, permitindo que quanto maior forem os números dos valores classificados, mais vulneráveis tornam-se os modelos e de um lado negativo, que é a subtração da evolução, permitindo uma condição instável. Nesta mesma dialética é encontrada a fórmula nula (n), caracterizada pela sua própria definição é instantaneamente infinita, sendo este o princípio do novo modelo econômico, o Absolutismo, onde quando tudo parecer limitado o nada sempre existirá. A junção destas duas fórmulas em busca do equilíbrio se torna incapaz de ser traduzida de forma natural, mais pode ser explicada de maneira criativa, “quando se olha para uma foto de uma criança brincando.” O ato de tira uma foto esta relacionada a memória e passado, é só lá que esta as respostas do presente.

 

 

A maneira prática e conclusiva da importância deste modelo é sua atuação na economia, observado na simulação de um cenário que mostra a realidade como estar e como deveria de ser, agindo o modelo na economia comercial como um atido contra as deficiências , a "inflação", que é a desvalorização da moeda e do trabalho sem controle eficaz, agindo na sociedade como o veneno de uma cobra, que para inverter a sua ação é necessário utilizar o próprio veneno para criar o atido, que é a utilização do próprio tributo que causa aumento dos preços na produção, na criação de um tributo que gera uma receita para ser reinvestida na diminuição dos custeios da produção e do serviço,  quando este tributo é aplicado sobre o preço final no ato da venda aos clientes ao invés de ser aplicado sobre a produção. Sendo considerado que a independência da economia na geração de trabalho, das contratações das empresas e do esforço do estado para este fim, é uma alternativa para os problemas atuais. Para finalizar é de grande importância ressaltar  que, depois de buscar varias maneiras de simular o controle da inflação, nem uma foi tão bem empregada do que a proteção dos recursos dos trabalhadores e, este proteção só é atingida quando se aperfeiçoado modelo econômico de um sistema fracassado que é o Capitalismo, para um sistema auto-controlado como o sistema do Absolutismo.

 

                             Após esta exposição é definido o projeto como sendo do povo para o povo...

            “Se todas as coisas pudessem se resumir em palavras, o silêncio, por se só, não teria nenhum significado.”

 

 

REFERÊNCIAS

 

ADENAUER, Konrad. 1952. Panfleto.

HUME, David. Escritos sobre economia. 3. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, 155 p.

MARSHALL, Alfred. Princípios de economia: tratado introdutório. São Paulo: Abril Cultural, 1982.

PETTY, William, Sir. Obras econômicas: tratados dos impostos e contribuições. São Paulo: Nova Cultural, 1988, 161 p.

QUESNAY, François. Economia. São Paulo: Ática, 1984, 192 p.

RICARDO, David. Princípios de economia política e tributação. São Paulo: Abril Cultural, 1982, 286 p.

SAY, Jean-Baptiste. Tratado de economia política. São Paulo: Abril Cultural, 1983, 457 p.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre sua natureza e suas causas. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Volume I.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre sua natureza e suas causas. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1985. Volume II.

 

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